Com a urna eletrônica o voto é TÃO secreto que nem mesmo o eleitor sabe em quem ele votou. - Eleições França
Dilma, a guerrilheira
Seguidores de Lula
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Após anos de investigação, Ivo Patarra afirma: "Lula é o chefe. A rede de esquemas é enorme, complexa e, se houver inteligência, Lula não deve saber dos detalhes, até para não ser envolvido.
(...) como mais alto mandatário da nação, dá suporte e apoio. É o protetor de tudo.
Por José Geraldo Pimentel, Capitão do Exército Brasiliero, reformado (*)
Observando uma foto do presidente da república ladeado pelo ministro da Defesa e os comandantes militares, postados num palanque no Quartel General do Exército, em Brasília, no Dia do Soldado, 25 de agosto, um profundo sentimento de tristeza me abateu. De repente vejo os ‘companheiros’, como o presidente se dirigiu aos chefes militares, olhando para o Comandante-em-chefe das Forças Armadas, sem saber ao certo com quem estavam lidando, se com um homem à altura de lhes comandar, ainda que por força do que prescreve a Lei, ou um moleque travestido de presidente da república.
O comandante daAeronáutica, Brigadeiro Juniti Saito, com seu jeito do padre Antônio Maria (que carrega à tiracolo uma imagem da Virgem Maria), não desgruda dos protótipos de aviões que foram encomendados à Embraer para atender ao transporte das autoridades civis. Parecia mais um garotão em estado de euforia por estar no mesmo palanque do presidente da república.
Na Parada de Sete de Setembro de 2009 os militares foram segregados num palanque distante das autoridades civis, vendo o presidente da França, Nicolas Sarkozy, através de binóculo. O brigadeiro com uma pontinha de inveja, comenta: “A cantora e modelo Carla Bruni é muito interessante!” E a imagina totalmente... como veio ao mundo.
O comandante da Marinha, Almirante Júlio Soares de Moura Neto, parecia mais senhor da situação, olhando para o presidente com olhar de gozação. “Trapaceiro! Te conheço muito bem, ‘camarada’ Lula!” Realmente, o almirante Moura Neto conhece como ninguém o presidente Lula. Servi-lhe lautos jantares à luz de vela em sua residência às margens do Lago Paranoá, em Brasília.
Roraima, fronteira com a Guiana, é a terra que sutilmente o governo corrupto do Brasil negociou as riquezas minerais sob os pés do índio brasileiro, convertido em parceiro dos agentes da cobiça internacional, amigos e sócios do governo de Luiz Inácio da Silva. Centenas de famílias da Guiana recebem bolsa-família de maneira fraudulenta nas municipalidades do Estado, assaltado em seu território pelo Palácio do Planalto, sem aprovação do Congresso, mas aprovado por magistrados de ignorante visão geopolítica.(OI/Brasil acima de tudo)
InfoRel (*)
O ministro das Relações Exteriores do Equador, Ricardo Patiño, informou que seu país deverá entregar em setembro a presidência pro tempore da União das Nações Sul-Americanas (UNASUL) à Guiana.
Antes do Equador, o Chile comandou a UNASUL logo de sua criação.
A cerimônia de transferência da presidência pro tempore deverá ser realizada em 15 ou 16 de setembro.
Até lá, alguns temas ainda terão de ser tratados e existe a possibilidade de ser convocada uma reunião do Conselho de Ministros nos próximos dias.
A UNASUR precisa ratificar, entre outras coisas, as medidas de confiança aprovadas pelo Conselho Sul-Americano de Defesa (CDS).
Equador também espera que o Congresso do Chile ratifique o Tratado Constitutivo até o final da próxima semana.
Patiño afirmou ainda que há uma pequena possibilidade de que Uruguai e Paraguai ratifiquem o Tratado antes que a Guiana assuma o bloco.
Análise da Notícia
A UNASUL é uma proposta brasileira, mas o Brasil não figura entre os países que ratificaram o seu Tratado Constitutivo.
Argentina, Bolívia, Equador, Guiana, Peru e Venezuela, o fizeram.
Faltam pelo menos mais três para que o bloco possa efetivamente funcionar.
A Colômbia que foi refratária à proposta, agora quer a UNASUL como prioridade.
No Brasil, antes de resolvida as eleições presidenciais, o assunto não será discutido.
El 12 de julio pasado, el político opositor venezolano Alejandro Peña Esclusa fue detenido en su casa de Caracas, delante de su familia, acusado falsamente de terrorismo, en una aparatosa operación ejecutada por 20 agentes del Servicio Bolivariano de Inteligencia Nacional (SEBIN), con la complicidad de un poder judicial sometido al chavismo.
La operación fue montada por el régimen chavista para silenciar a Peña Esclusa y detener la intensa actividad que ha esplegado en los últimos años fuera de Venezuela denunciando al carácter antidemocrático del gobierno de Hugo Chávez.
Peña Esclusa tiene una larga ejecutoria como opositor de Chávez, pero se volvió en una piedra en del zapato de aquel desde el 2008, cuando aglutinó a 200 ONGs liberales del continente en la Unión de Organizaciones Democráticas de América (Unoamérica), con el objeto de combatir la labor de zapa del totalitarismo comunista contra las democracias de la región.
Como presidente de Unoamérica, fue uno de los primeros en denunciar el plan de Manuel Zelaya de perpetuarse en el poder en Honduras con el apoyo del tirano de Caracas. Después se movilizó por América en defensa de la legitimidad del gobierno del ex presidente Roberto Micheletti y de la elección del actual mandatario hondureño, Porfirio Lobo.
También denunció ante la comunidad hemisférica la matanza de Pando, perpetrada por las fuerzas del régimen chavista boliviano que encabeza Evo Morales; así como las actividades desestabilizadoras que realizan en los países de la región los grupos totalitarios agrupados en la llamada Coordinadora Bolivariana, integrada, entre otros, por la banda terrorista colombiana FARC.
Cúpula da Receita omitiu motivação política da violação do sigilo de tucanos
03 de setembro de 2010
Ao pedir para verificar se dados da filha de Serra tinham sido invadidos, comissão mencionou demais nomes do PSDB alvos de devassa ilegal
Por Leandro Colon - O Estado de S.Paulo (*)
Documento da Receita Federal obtido pelo Estado revela que a corregedoria do órgão já trabalhava desde o dia 20 de agosto com uma linha de investigação que apontava para uma violação político-eleitoral do sigilo fiscal de Verônica Serra, filha do presidenciável José Serra, e de outros quatro tucanos.
A suspeita de violação política, porém, foi "confinada" na corregedoria, enquanto a cúpula do Fisco e integrantes do governo unificaram um discurso público em direção contrária para despolitizar o episódio e blindar a candidatura presidencial de Dilma Rousseff (PT).
Ao pedir para verificar se os dados fiscais de Verônica haviam sido violados, a comissão da corregedoria mencionou os demais tucanos alvos de quebra de sigilo e vinculou esses nomes, inclusive o da filha do candidato, a reportagens sobre o dossiê que foi parar na campanha de Dilma.
O documento tem o registro das 17h de 20 de agosto. Chamado de "ata de deliberação", o teor revela os motivos que levaram a comissão da Receita a verificar se os dados de Verônica foram violados: o polêmico dossiê.
"... E tendo em vista que emergiu dos autos acessos aos conteúdos da declarações de Imposto de Renda de outros nomes da política nacional... e ainda tendo em vista que foi noticiado pela mídia jornalística, dentre eles O Globo (reportagem anexa à presente ata), de que havia suspeição que Verônica Serra, filha de José Serra, também poderia ter sido alvo de quebra de sigilo fiscal", diz trecho do documento.
A reportagem mencionada pela comissão foi publicada em maio, cita Verônica Serra e trata da crise instalada na campanha de Dilma por causa do dossiê contra os tucanos. O caso derrubou o jornalista Luiz Lanzetta, que era integrante do setor de comunicação da campanha.
O fascismo está de ronda. Em qual planeta você vive?
03 de setembro de 2010
Por Marli Gonçalves (*)
A vontade é de sair por aí, cutucando todo mundo que encontro, chamando a atenção, conversando com calma, expondo a situação, mostrando imagens e notícias. Ei, você já viu o que estão fazendo com as liberdades? Ei, percebeu que não tem havido garantias mínimas dos cidadãos, em todo mundo? Caracolas, afinal, em que mundo você vive?
O perigo das massas não diz respeito só a engordar. O sujeito histérico de bigodinho rente, cara de maluco e mãozinha esticada. Milhões de outros esticando a mãozinha também. O discurso do todo mundo igual, treinado, vindo do homem de cara feia, fardado, que de Duce não tinha nada. Qual a diferença do sujeito atarracado - o ditador da Coréia do Norte, Kim Jong-il? E do outro baixinho, o presidente do Irã, Mahmoud Ahmadinejad? São todos assassinos, mandantes, bárbaros, alucinados imbuídos de poderes e com domínio impressionante da comunicação e marketing.
Como são tão - ou mais - escrotos, midiáticos e sanguinários do que os outros, bem, esses dois últimos são visíveis, digamos assim. E Hitler e Mussolini já eram; só que foram, mas deixaram suas ideias de jerico e liderados aficionados.
Nós cantávamos e contávamos favas. Dizíamos-nos contentes, batendo no peito, celebrando que o horror jamais voltaria; que aqueles fatos horrorosos, como o Holocausto, Hiroshima, Nagasaki, jamais se repetiriam, porque o mundo estaria eternamente alerta. Era o fim das ditaduras, as da região “dos bananas” latino- americanos e outros, tribais, como as guerras africanas. Seria o fim da perseguição religiosa, racial, contra minorias.
Acho que desligaram esse alarme. Na última semana, mais de 300 ciganos foram deportados na França, como animais enxotados pelo elegante presidente Nicolas Sarkozy e sua linda primeira-dama, Carla Bruni. Depois de conseguir o apoio de Itália, a França ainda vai tentar convencer outros países da Europa a expulsar os ciganos, num congresso sobre imigração organizado para 6 de Setembro. Qual será o próximo?
Há alguns dias soubemos da chacina, fuzilamento, aniquilamento, assassinato cruel de 72 pessoas na fronteira do México com os EUA. Não é muito diferente do número de pessoas esperando por punições no Irã, por qualquer coisa que tenham dito que fizeram. Nem podem escolher entre apedrejamento, fuzilamento, forca, mutilação. Esqueceram das ocupações violentas do Haiti, das mortes nas fronteiras daqui de cima.
Por Hiram Reis e Silva, Porto Alegre, RS, 02 de Setembro de 2010. para o Plano Brasil (*)
Uma raça, cujo espírito não defende o seu solo e o seu idioma, entrega a alma ao estrangeiro, antes de ser por ele absorvida. (Rui Barbosa)
É sempre bom relembrar como o caso da Raposa e Serra do Sol foi tratado com “isenção” pelo então Ministro da InJustiça – Tarso Genro. O mesmo deu na época, uma clara demonstração de como uma autoridade da República “não deve agir” na resolução de conflitos deste gênero. Tarso foi a Roraima para ouvir, tão somente, as facciosas lideranças indígenas do CIR (favoráveis à demarcação contínua) deixando clara sua posição favorável à minoria separatista. A Força Nacional e a PF agiram como meganhas de republiqueta de 5ª categoria seguindo taxativamente a determinação de Tarso. O jornalista Reinaldo Azevedo publicou na ocasião um artigo mostrando a ação nazista e altamente condenável da Gestapo de Tarso Genro, candidato, infelizmente, mais uma vez, ao governo do Estado do Rio Grande do Sul.
- Raposa Serra do Sol: Entre a Realidade e a Mistificação Ongueira
Fonte: Reinaldo Azevedo
“Tarso, fica claro a cada dia, é um perigo para a democracia. Esta evidente que ele se aproveita das licenças concedidas pelo estado de direito para transgredi-lo e para turvar a democracia. Não conhecíamos, até agora, detalhes da ação da PF em Raposa Serra do Sol. Vimos apenas o que publicou uma imprensa notavelmente bem-comportada (com o governo), que já tinha elegido (é o certo no caso, não ‘eleito’) os seus bandidos e os seus mocinhos. Como é usual no Brasil, quem produz um alfinete que seja corre o risco de ir parar atrás das grades. Pois bem. Vejam o vídeo: