O homem é o caipira par excellence, um ingênuo incomparável, o bobo da corte cósmica. Ele é crônica e inevitavelmente tapeado, não apenas pelo outros animais e pelas artimanhas da natureza, mas também (e mais particularmente) por si mesmo e por seu incomparável talento para pesquisar e adotar o que é falso, e por negar ou desmentir o que é verdadeiro. - H.L. Mencken

 
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Após anos de investigação, Ivo Patarra afirma: "Lula é o chefe. A rede de esquemas é enorme, complexa e, se houver inteligência, Lula não deve saber dos detalhes, até para não ser envolvido.

(...) como mais alto mandatário da nação, dá suporte e apoio. É o protetor de tudo.

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Governador Serra e prefeito Kassab estimulam o narcotráfico em São Paulo PDF Imprimir E-mail
27 de março de 2009

O governador de São Paulo desprezou a polícia e ajudou a expansão da criminalidade. Assimilou o aviso de pânico ameaçador a sua sonhada Presidência da República.
Do Observatório de Inteligência
Por Orion Alencastro

Agências estrangeiras rastreadoras das atividades das organizações narcotraficantes na América Latina estimam que a rede de distribuição de drogas já se estabeleceu em mais de cinco mil dos 5.752 municípios do território nacional e constitui séria ameaça à segurança pública, à higidez da sociedade a médio prazo, à moral e aos bons costumes.

Empresas especializadas nas áreas de segurança e inteligência, sediadas em São Paulo, prestadoras de serviços ao empresariado nacional e empreendedores internacionais, com base em pesquisa retrospectiva e avaliações do quadro conjuntural, asseguram que o Estado de São Paulo conta com a efetiva presença do narcotráfico em todos os seus municípios.

Sutilmente, os operadores do narcotráfico estão conseguindo atrair facilitadores em órgãos públicos, prefeituras, câmaras municipais, polícias civil e militar, organizações das Forças Armadas, oferecendo gratificações periódicas em troca de informações e vistas grossas.

Governador Serra desprezou a polícia e atendeu o crime

O planejamento da ação de sustentação e desenvolvimento do mercado de narcóticos no estado de São Paulo conta com o imprescindível apoio de vereadores e deputados que identificam, no criminoso e arriscado relacionamento, um importante segmento de apoio eleitoral. Nas eleições de 2008, o financiamento e voto fiel de milhares de famílias de sentenciados garantiu a reeleição de centenas de vereadores e eleição de representantes oriundos do crime, incluindo alguns prefeitos.

Dentro da Câmara Municipal de São Paulo germinam silenciosos agentes do crime organizado.
O episódio ocorrido entre policiais e marginais na favela Paraisópolis, nos fundos do Palácio dos Bandeirantes, somente ocorreu pela leniência e fraqueza do governador José Serra que atendeu pedido de dois vereadores do Palácio Anchieta e um deputado do Palácio 9 de julho, muito conhecidos pelas suas ligações com o narcotráfico na zona sul da capital. Estes, pleitearam do governador Serra o afrouxamento do policiamento naquela área, permitindo a movimentação do entreposto de drogas e o homiziamento de foragidos da Lei.

O governador Mário Covas, morto enriquecido e com herdeiros afortunados, odiava policiais e militares. Até os seus últimos dias de governante enfermo menosprezou a polícia paulista. Desmotivou os responsáveis pela segurança pública e, evidentemente, contribuiu para o êxito da expansão da criminalidade de todos os gêneros, em consonância com os "direitos humanos" de roubar, assaltar, estuprar e assassinar.

José Serra, o ex-auto-exilado, hipocondríaco e notívago, sofre da mesma patologia do odiendo ex-governador. Negligencia o atendimento dos profissionais de polícia - civis e militares - do estado mais rico da Nação, não oferecendo salários e soldos dignos das funções indelegáveis de segurança pública da sociedade. Assim, arrasta São Paulo e a Capital para uma silenciosa calamidade: é alarmante a quantidade de ataques ao patrimônio público e privado, o número de mortos e vítimas da violência que são manchetes cotidianas dos noticiários policiais.

Sabe que, dentre apadrinhados de vereadores, militantes nas subprefeituras, estão sendo plantados agentes do crime organizado e apoiadores do narcotráfico na periferia.
Com freqüência, tomamos conhecimento da contaminação de delegados de polícia, escrivães e investigadores na cooptação de toda sorte de crimes, mediante a corrente da propina que protege o progresso da indústria do lenocínio hoteleiro, das máquinas caça-níqueis, dos quiosques de jogo de bicho e das conhecidas adegas de vinho, fachadas de venda de entorpecentes, em geral administradas por policiais.

O crime, em nossos dias, está compensando a muitos servidores públicos, todos sob o arco de proteção de influentes profissionais do Direito, da imaturidade de promotores públicos, de juízes de duvidosa competência e da mídia inconseqüente.

Kassab, leniente com o narcotráfico em São Paulo

O prefeito Gilberto Kassab, bom administrador, mas péssimo estrategista, nomeia subordinados por pressão política e sabe que a missão do indicado será em proveito do vereador ou deputado, muitas vezes comprometido com o crime organizado.

Todas as subprefeituras da cidade facilitam a expansão do crime fazendo vistas grossas na fiscalização de comerciantes que não observam as posturas municipais, tais como biroscas, adegas, bares e ingênuos carrinhos de pipoca, favorecendo a logística do narcotráfico. O PCC tomou conta da periferia da represa de Guarapiranga e Zona Sul, com pontos, gangues de motoqueiros e barcos de alumínio para distribuição das drogas.

Pode parecer absurdo, mas alguns administradores de subprefeituras da periferia da Capital podem ser identificados como agentes conscientes do narcotráfico, conhecidos consumidores de drogas, apadrinhados por destacados vereadores da cidade de São Paulo, e futuros candidatos a Câmara Municipal ou à Assembléia Legislativa.

Droga garantida nas Escolas Públicas

A desmotivação dos policiais civis e militares do Estado de São Paulo é grave e merecedora de visão realista do recém nomeado Secretário de Segurança Pública, pois o crime e suas organizações avançaram demais, tornando-se o combate uma desafiadora missão.

É fácil constatar, num raio de 200 metros de cada escola pública, a presença de ponto seguro de guarda e distribuição de maconha e crack, em geral de conhecimento do distrito policial e dos moradores que, temerosos de represália, preferem silenciar. As rondas escolares de vigilância da guarda civil metropolitana e da polícia militar tem seus horários conhecidos e são sempre zombadas pelos motoqueiros das drogas "delivery", que atendem Morumbi, Jardins e em portas de faculdades.

Mr. Da Silva sabe que o narcotráfico é força de sustentação financeira do PT e outros. A ABIN e a PF já deram conhecimento.
O governador José Serra e o prefeito Gilberto Kassab facilitaram a ação do crime, abandonando as questões de melhores salários, preparo e aperfeiçoamento de policiais e equipamentos adequados para a segurança pública. Perderam terreno com as suas deficiências, se apoiaram em estatísticas duvidosas e boletins de ocorrência que nunca foram registrados, por temor até da própria polícia.

Hoje, os crimes são facilitados pela leniência exemplar do governo da República que abandonou a defesa nacional, dividiu o pais em raças, financia a Força Nacional de Guerrilha Rural e Urbana, liderada pelo MST, se rende ao crime transnacional, alberga assassinos estrangeiros, adula as FARC, bajula tiranos, compra parlamentares, goza do Ministério Público, desafia a Magistratura, se liga à máfia russa para a legalização dos jogos e cala a mídia a soldo do erário publico. Sem segurança pública e com o avanço da criminalidade, a indicação ou eleição do governador José Serra à Presidência da República, em 2010, será sepultada. (OI/Brasil acima de tudo)