O homem é o caipira par excellence, um ingênuo incomparável, o bobo da corte cósmica. Ele é crônica e inevitavelmente tapeado, não apenas pelo outros animais e pelas artimanhas da natureza, mas também (e mais particularmente) por si mesmo e por seu incomparável talento para pesquisar e adotar o que é falso, e por negar ou desmentir o que é verdadeiro. - H.L. Mencken

 
ordemdecristo
Dilma, a guerrilheira
Seguidores de Lula
Clique para ler o livro
Após anos de investigação, Ivo Patarra afirma: "Lula é o chefe. A rede de esquemas é enorme, complexa e, se houver inteligência, Lula não deve saber dos detalhes, até para não ser envolvido.

(...) como mais alto mandatário da nação, dá suporte e apoio. É o protetor de tudo.

brasiltodosmall2

Home
Fale Conosco
Prêmios
Quem somos
Noticias
Arquivos de Notícias
Observatório de Inteligência
Últimas Notícias
Eleitor de olho
A favor da recriação da CPMF
CPI do apagão aéreo
"Ficha limpa" : parlamentares com processo
Mensaleiros e seus crimes
Moralização do Senado
Operação Navalha/Gautama
Senadores da CPMF
Senadores Pró-Chávez
Artigos
Aborto e homofobia
A crise aérea
Aquecimento global
Crime organizado e terrorismo
Direitos Humanos - PNDH 3
Educação marxista
Forças Armadas e Soberania Nacional
(des)Governo Lula
Governo mundial
Mitos e verdades sobre 1964
Política e Economia
Sobre as esquerdas
Urnas eletrônicas
Especial
O Cruzeiro - Ed Extra
Do Governo JK
Os mortos pela esquerda
Parceiros
Nome do Usuário

Senha

Lembrar-me
Lembrar Senha
Ainda sem conta? Criar uma
Estatí­sticas
Membros: 3504
Notícias: 7338
Nós temos 80 visitantes conectados

fazendacoqueiro_66

ASSINE a declaração de Praga sobre a consciênca européia e o comunismo

UnoAmerica: El plan del Foro de Sao Paulo para destruir las Fuerzas Armadas - DOWNLOAD

Acessos

Charles propõe títulos para "salvar" Amazônia PDF Imprimir E-mail
13 de março de 2009

É a legitimação do controle do império britânico sobre a Amazônia, garantindo a presença dos sanguessugas alienígenas na região.
Projeto de sua organização prevê repasses em troca da preservação

Por Wilson Tosta, RIO, ESP

O príncipe Charles propôs ontem que os países desenvolvidos apoiem a conservação de florestas em regiões tropicais emitindo títulos a serem comprados por investidores privados, fundos de pensão e seguradoras, para gerar recursos que mantenham as matas em pé. Em pronunciamento no Palácio Itamaraty, cujo título era Menos de 100 meses para agir, o príncipe elogiou o Brasil pela criação do Fundo Amazônia e pelo combate ao desmatamento, mas advertiu que as dificuldades criadas pela atual crise econômica "serão nada se comparadas aos efeitos totais do aquecimento global".

Comandante-em-Chefe do quê?
O príncipe de Gales se reuniu com empresários e com o presidente do BNDES, Luciano Coutinho, com quem acertou que sua equipe voltará ao País para discutir detalhes da proposta. "Em essência, estamos propondo uma maneira de injetar capital privado nas nações com florestas tropicais", disse Charles, que discursou para uma plateia de britânicos e brasileiros, ao lado da mulher, a duquesa da Cornuália, Camilla Parker-Bowles.

"A ideia é simples. Investidores - e talvez mais provavelmente fundos de pensão e companhias de seguro, com as quais tenho trabalhado por algum tempo e que procuram oportunidades de investimento a longo prazo - poderiam comprar um título que seria subscrito por países desenvolvidos. As receitas da venda dos títulos poderiam ser gastas ajudando as nações com florestas tropicais a desenvolver a economia sem destruir matas."

Charles reconheceu que a Amazônia é parte do "território soberano" do Brasil, mas ressaltou que, como em todos os contratos de negócios, o pagamento se daria com base em resultados. "Quanto mais florestas fossem salvas, mais os países receberiam", explicou. O dinheiro, disse, seria dado, não emprestado, como pagamento aos países com florestas tropicais pelos serviços prestados ao ecossistema. A proposta, segundo ele, tem apoio do Banco Mundial, de ONGs e governos. A proposição foi desenvolvida por sua organização, The Prince's Rainforests Project.

"É uma ideia que precisa ser aprofundada. Pode ser uma contribuição muito positiva", disse Coutinho. O príncipe pediu que ele colocasse a capacidade técnica do BNDES para analisar o projeto, conjuntamente com uma equipe britânica, que retornará em breve ao Brasil.