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Não dê comida aos políticos! Cada miserável encontrado na rua é um flash da comida que se deu para engordar políticos e que não chegou aos milhões que comem mal. - Caio Túlio Costa

 
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Após anos de investigação, Ivo Patarra afirma: "Lula é o chefe. A rede de esquemas é enorme, complexa e, se houver inteligência, Lula não deve saber dos detalhes, até para não ser envolvido.

(...) como mais alto mandatário da nação, dá suporte e apoio. É o protetor de tudo.
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Aqui estão as entradas arquivadas para 09 2010


Só instituições mais fortes impedirão a devassa geral PDF Imprimir E-mail
01 de setembro de 2010
Por José Nêumanne - O Estado de S.Paulo (*)

É difícil imaginar que possa haver algo ainda mais execrável, apesar de não necessariamente mais hediondo, do que o crime cometido pelo funcionário da Receita Federal que violou o sigilo que, pela Constituição, deveria proteger as declarações de Imposto de Renda de quatro tucanos de alta plumagem. No entanto, há algo que pode competir, não em delinquência, mas sim em desfaçatez: a forma como seus protagonistas têm tratado o assunto.

O primeiro lugar no pódio cabe à Receita. Depois de 60 dias de diligências (pelo visto, o termo definiria com mais precisão as carruagens que transportavam valores e passageiros no Oeste sem lei dos Estados Unidos na corrida do ouro na Califórnia do que o interesse em descobrir algo na investigação instaurada pelo órgão), o Fisco pareceu sempre mais empenhado em encobrir os mandantes do que em desvendar o crime. Em entrevista coletiva conjunta, o secretário Otacílio Cartaxo e o corregedor Antônio Carlos d"Ávila admitiram a existência de um grande "balcão de venda de sigilo" no ABC paulista. Mas não se dignaram a contar ao distinto público, do qual cobram impostos, o que descobriram nem o que farão para punir essa modalidade grave de banditismo que assola uma repartição que depende de fé pública para funcionar. Pior: nem mencionaram a hipótese no pedido de indiciamento das servidoras que acusaram. Ah, mas afirmaram que não veem motivação eleitoral no vazamento dos dados fiscais de cidadãos ligados ao candidato do PSDB à Presidência, José Serra! Ao invés de esclarecer o cidadão, fizeram de tudo para fazer valer a impunidade na corporação e poupar a candidata governista, Dilma Rousseff, e membros de seu quartel-general. Num estilo que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva inaugurou, ao atribuir, em Paris, a movimentação ilícita de dinheiro para comprar apoio ao governo no Parlamento a mero "caixa 2" de campanha, também ilegal, os dois dirigentes mandaram às favas, junto com os escrúpulos, a velha e boa lógica aristotélica.

Cui prodest? (a quem interessa?) - aprenderam da trágica grega Medeia os antigos romanos, dos quais Lula usa e abusa do in dubio pro reo (na dúvida, a favor do réu), mais conveniente para a "companheirada" que ele luta para proteger dos rigores da lei. Sendo cobradora de impostos, de quem, por dever de ofício, se exige lisura maior do que de quaisquer outros servidores públicos, a dupla dedica lerda tolerância a coleguinhas de carreira e de campanha eleitoral, oposta à ágil intolerância com que lida com o contribuinte, mesmo quando não lhe viola sigilo algum. Além de indiciar subalternos, deveria identificar a quem possa interessar a devassa dos dados fiscais de Eduardo Jorge Caldas Pereira, Ricardo Sérgio de Oliveira, Luiz Carlos Mendonça de Barros e Gregório Marin Preciado, todos notórios adversários do governo. Pois atribuí-la às próprias vítimas, como fez Dilma Rousseff, é confessar que nada do que o PT os acusou foi comprovado após lhes terem devassado a contabilidade.

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Eleições de 2010: nota pastoral PDF Imprimir E-mail
01 de setembro de 2010

Por Antonio Carlos Rossi Keller (*)

O bispo diocesano de Frederico Westphalen (RS), Antonio Carlos Rossi Keller, exorta: "todo cidadão é chamado a votar com consciência. Nós cidadãos católicos somos chamados a votar com consciência cristã."

Frederico Westphalen, 28 de agosto de 2010.

Irmãos e irmãs, diocesanos de Frederico Westphalen e homens e mulheres de boa vontade.

Esta Nota Pastoral tem a finalidade de oferecer reflexão e orientação, face às eleições que se aproximam, para os católicos diocesanos de Frederico Westphalen e para todos aqueles que procuram, com boa vontade, nortear sua existência pelo respeito aos valores fundamentais da existência humana.

O período que antecede as eleições é de suma importância, no sentido de que deve servir-nos para a reflexão e a escolha consciente daqueles candidatos e candidatas nos quais depositaremos nossa confiança através do voto. O voto não é algo que se decide no último momento, apressadamente, a partir do último "santinho" recebido. Voto é escolha refletida e decidida, após pesarem-se prós e contras. Mais do que nunca, diante da pluralidade de possibilidades, votar exige responsabilidade e coerência também em relação à fé professada. Longe do católico e da pessoa de boa vontade separar sua crença e seus valores de seu voto.

Há, no voto, a exigência profunda da coerência.

Da mesma forma, a mesma coerência e responsabilidade são também exigências para aqueles que se candidatam a cargos públicos. As possibilidades são múltiplas. A pluralidade, louvável. Alguns candidatos se apresentam com clareza, defendendo princípios que não se identificam com aqueles que cremos e defendemos, como cristãos. Ao menos são verdadeiros. Ninguém, que professe a fé católica, ou defenda os valores da vida será enganado por eles.

Mas o grande problema, bastante presente nesta situação pré-eleitoral, é o da duplicidade, da incoerência daqueles candidatos, que por um lado, fazem questão de se mostrarem "religiosos", sensíveis à fé, mas que na prática ou estão inscritos em partidos que defendem valores anti-cristãos, ou apresentam um ideário programático político pessoal que contêm indicações absolutamente incoerentes com a fé que declaram professar ou respeitar. Dentro deste quadro, chegamos ao ponto de sermos obrigados a ouvir, de determinados candidatos e candidatas, certas declarações, por exemplo, em relação ao aborto, afirmando que "pessoalmente sou contra, mas quando no governo, garantirei o direito de quem quiser abortar, já que o aborto não é uma questão que envolva a fé, mas sim, a saúde pública".

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Com o tique repetitivo da paz PDF Imprimir E-mail
01 de setembro de 2010

Por Centa Reck (*)

O urânio é o assunto que está agora nas mãos do governo da Bolívia. Depois de muitas altercações, de negativas e cortinas de fumaça, acabam de recolher as provas de experts norte-americanos que descobriram grandes jazidas de metais radiativos localizados precisamente na zona de Coroma, ali onde há escassos vinte dias ocorreu um conflito que, entre outras demandas, exigia a configuração dos limites desta região entre Oruro e Potosí (morro Pahua), lugar em que precisamente encontram-se estas riquezas que, segundo cálculos, dariam para manter a Bolívia por mais de 100 anos.

É curioso recapitular agora que alguns engenheiros potosinos haviam estabelecido nos dias do conflito que o governo não resolvia o litígio porque o Executivo tinha a decisão de dar estas jazidas minerais ao Irã. Ou seja, que o tema estratégico com o Irã já rondava como um urubu em meio ao conflito e o urânio já era também um segredo de alcova.

Apenas passaram os dias no calendário e não se pôde continuar escondendo o urânio, e o agora metal do diabo faz sua aparição estelar localizado precisamente na zona de conflito. O próprio Presidente boliviano deu uma coletiva de imprensa apressada muito cedo da manhã de ontem, na qual abordou o tema do urânio com o ministro iraniano de Indústria e Minas, Ali Akbar Mehravian, que havia chegado a La Paz para anunciar um crédito brando de 254 milhões de dólares para um suposto investimento em leiterias e uma fábrica têxtil.

Na ocasião, o presidente Morales voltou a tratar de fazer com que os bolivianos aceitemos o discurso da paz e a paz, de que nosso país teria constitucionalizado sua vontade de não ir à guerra, de ser pacífico, e apontou todos os canhões para Israel, identificando-o como o supra-sumo do mal por concentrar bombas nucleares, enquanto que, segundo suas asseverações, o Irã estaria buscando material radiativo para fins industriais benéficos.

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China: onda migratória ou onda de fugas? PDF Imprimir E-mail
01 de setembro de 2010
Comércio chinês predomina na 25 de Março, São Paulo

 Atilio Faoro, no IPCO

Vem-se anunciando nas últimas semanas “a mais recente onda migratória da história da China”.

Empresários chineses que fizeram fortuna e estudantes de universidades ocidentais preferem abandonar o país. O que está acontecendo? Onda migratória ou onda de fugas?

Segundo Didi Kirsten Tatlow, do “The New York Times”, “mesmo a China se tornando um país cada vez mais rico, o número de pessoas com muito dinheiro preferindo emigrar é grande”.

“Muitos dos meus clientes são novos milionários, sabem que a realidade atual nem sempre foi a que prevaleceu no país e se perguntam por quanto tempo ela poderá se sustentar”.

É o que diz Mikael Charette, especializado na migração de investimentos para o Quebec, Canadá, em uma menção ao período de turbulência vivido pelos chineses durante as três décadas de regime maoísta.

No ano passado, pela primeira vez, cidadãos chineses formaram o maior grupo de imigrantes da Austrália, desbancando grupos tradicionais como os da Grã-Bretanha e Nova Zelândia.

Cláudia Trevisan, em artigo para a imprensa paulistana (OESP, 15-8-2010) confirma a informação: “Milhares de chineses preferem deixar seu país e se mudar para os EUA, Canadá, Austrália, Europa e regiões vizinhas da Ásia. Engrossam a que é considerada a mais recente onda migratória da história da China”.

Presença chinesa na rua 25 de Março, São Paulo, causa estranheza

“Os que lideram o movimento atual não são pessoas desesperadas fugindo da miséria ou do caos político. Integram a nova elite do país, que se muda em busca de melhor educação para os filhos, segurança econômica, ar puro e mais liberdade”, afirma Trevisan.

O movimento se acelerou nos últimos anos, com aumento do número de estudantes que vão para universidades de prestígio e não retornam à China, empresários que preferem a clareza das regras de países estrangeiros do que a incerteza criada pelo regime de partido único e pessoas que pretendem iniciar pequenos negócios com a poupança acumulada em solo chinês.

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O está tudo dominado e seus efeitos ditatoriais PDF Imprimir E-mail
01 de setembro de 2010

“Medo, esperança, ilusão, desinformação são as características do eleitorado nesses tempos em que nulidades ascendem e comandam o espetáculo da política. E esse espetáculo é feito pela TV, o grande palanque eletrônico de onde se manipulam as emoções da massa.” Maria Lucia Victor Barbosa

No palanque de seus delírios de poder o presidente declara:“Penso em criar um organismo muito forte, juntando todas essas forças que nos apóiam, para que nunca mais a gente possa permitir que um presidente sofra o que eu sofri”.

Quando o presidente pretende criar esse organismo comunista todo poderoso?  – No final do seu desgoverno ou na continuidade do seu projeto de poder tendo a “nova presidenta” como fantoche de suas vontades ditatoriais?

Não nos enganemos mais. O Brasil sob o comando da dupla Dilma-Lula nos emborcará na canoa ditatorial-comunista construída durante quase três décadas a partir da Fraude da Abertura Democrática.

O que nos espera será a perseguição política, policial e fiscal até que nos coloquem, no momento do amordaçamento geral da sociedade, diante de uma cova coletiva ou de um paredão para que paguemos nossos pecados de lutarmos por democracia, liberdade e justiça social, não a justiça social que sustenta o suborno generalizado dos menos favorecidos, dos canalhas esclarecidos, dos omissos e dos covardes, mas sim a justiça social que tenha o mérito do trabalho e do estudo continuado alavancas do crescimento pessoal e profissional, sem os encantos e cantos da sereia do assistencialismo subornador mais calhorda e covarde já praticado em um país na história dos dois últimos séculos.

Acabei de ter uma simples importação legal de uma máquina científica violada por um Auditor da Receita Federal com a mesma chegando à minha residência com sua embalagem violada e rasgada sem qualquer notificação judicial que justificasse esse ato criminoso.

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