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Declaran a Venezuela "zona de desastre" para la libertad de expresión |
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07 de fevereiro de 2010 |
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| O mundo diplomático toma nota do covarde silêncio de concordância do governo do Brasil, assistindo o coronel Hugo Chávez implantar a ditadura na Venezuela e importar um militar carniceiro de Cuba para aplicar o torniquete nos direitos humanos do povo que o elegeu, razão de gozo do chanceler Amorim, do grotesco Garcia e do degenerado Paulo Vanucchi. (Brasil acima de tudo) |
Por EFE, ElNuevoHerald (*)
Caracas - Tres gremios de la prensa de Venezuela declararon hoy al país "zona de desastre'' para la libertad de expresión y para el ejercicio libre del periodismo y denunciaron lo que llamaron "persecución gubernamental'' contra dos comunicadores.
El Colegio Nacional de Periodistas, el Sindicato Nacional de Trabajadores de la Prensa y el Círculo de Reporteros Gráficos emitieron un comunicado en el que se indica que "no es tiempo de cobardes'' sino "de ejercer nuestra ciudadanía con integridad y dignidad''.
Ello, tras remarcar que no fomentan ni auspician la violencia porque "no creemos en agendas conspirativas ni creemos necesaria la confrontación fratricida para que nuestros sueños se hagan realidad'', algo de lo cual el Gobierno del presidente venezolano, Hugo Chávez, ha achacado en las últimas horas a dos comunicadores.
Los gremios expresan ‘‘total solidaridad y respaldo'' a Miguel Angel Rodríguez y Laureano Márquez, acusados por el Gobierno de efectuar llamamientos a la violencia a través de la emisora de televisión y el diario en los que trabajan, respectivamente.
La estatal agencia de noticias ABN dio cuenta de que el ministerio de Comunicación e Información emitió un comunicado en el que subraya que el diario del dirigente opositor Teodoro Petkoff "irrespeta la democracia venezolana''. El comunicado anunció además que pedirá a la Fiscalía sancionar al opositor diario caraqueño Tal Cual por un texto de humor de su editorialista Laureano Márquez que ocupó su portada de este viernes.
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A droga é umas das principais forças na vida política do Haiti |
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08 de fevereiro de 2010 |
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| Pelo exposto, entende-se as razões que levaram a Casa Branca efetuar pronto desembarque de suas Forças Militares, em socorro ao povo do Haití. Para os "cumpanheros" bolivarianos e o chanceler de Mr.Da Silva havia que se protestar e ocultar que a ilha é um excelente ponto estratégico para a consolidação de um entreposto do narcotrafico. (Brasil acima de tudo) |
New York Times, UOL
Por Ben Fountain (*)
Em Dallas (EUA)
Em 1999 fiz uma pequena viagem da capital do Haiti, Porto Príncipe, até a charmosa e lânguida cidade de Kenscoff, a algumas horas de carro pelas montanhas. Eu já havia feito essa viagem antes, mas fazia alguns anos, e à medida que a estrada subia não pude evitar minha surpresa com o aumento do número de mansões que haviam tomado conta dos morros.
Se antes a mesma estrada já havia oferecido vistas pacíficas de plantações em terraço, trechos de floresta, aglomerações de casinhas modestas, agora predominavam mansão atrás mansão, como se os McMansions dos subúrbios de Dallas tivessem sido transplantados para as montanhas de onde se avista Porto Príncipe. Será que descobriram petróleo no Haiti? À medida que cada curva revelava novas vistas da arquitetura pretensiosa, meu amigo haitiano no banco do passageiro balançava a cabeça, murmurando a mesma palavra o tempo todo:
Drogue. Drogas.
Desde o terremoto que devastou o Haiti, muita atenção tem sido dada, com razão, para a convergência de forças econômicas, políticas e culturais que deixaram o país tão vulnerável à essa catástrofe. Muitos olharam para o passado em busca de orientação, e as semanas recentes nos ofereceram análises honestas e com frequência perceptivas da história do Haiti, indo até suas origens coloniais brutais, seu orgulho, a guerra de independência impressionante e improvável, e continuando pelos 200 anos seguintes de governança sobretudo miserável, o catálogo deprimente de revoltas, golpes, traições e intervenções – normalmente auxiliado, senão promovido inteiramente, por potências estrangeiras – que esvaziaram o Haiti de boa parte de sua riqueza e esperança.
Mas se formos reconstruir o Haiti, ou não somente reconstruir, mas transformar, então o tráfico de drogas precisa ser reconhecido como o que de fato é: uma das principais forças – pode-se dizer, a força dominante – na vida política do país durante os últimos 25 anos.
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Por trás das palavras |
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08 de fevereiro de 2010 |
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Por Olavo de Carvalho (*)
Por que os direitistas brasileiros se denominam "liberais" em vez de "conservadores"? A escolha das palavras revela uma diferença específica que, bem examinada, basta para explicar a debilidade e o fracasso da direita nacional.
O termo "conservador" denota a adesão a princípios e valores atemporais, que devem ser conservados a despeito de toda mudança histórica, quando mais não seja porque somente neles e por eles a História adquire uma forma inteligível. Por exemplo, a noção de uma ordem divina do cosmos ou a de uma natureza humana universal e permanente.
Fora do quadro delimitado por essas noções, a "História da humanidade" dissolve-se numa poeira de processos temporais heterogêneos, descompassados, inconexos, não raro incomunicáveis e mutuamente incompreensíveis.
Só resta então aceitar a completa irracionalidade da existência histórica ou, não suportando suportar essa idéia, fabricar uma unidade postiça, baseada na "luta de classes", na "luta das raças", na "evolução animal", na dialética hegeliana, no determinismo geográfico ou em qualquer outro pseudoprincípio, que pode ser obtido seja pela ampliação hiperbólica de algum fenômeno empírico limitado, seja, nos casos mais graves, pela invencionice pura e simples.
Uma vez estabelecido esse pseudoprincípio, pode-se deduzir dele um "sentido" unilinear da História e, deste, um programa político que se torna automaticamente obrigatório para todos os seres humanos, atirando-se à guilhotina ou aos campos de concentração os discordes e recalcitrantes. Tal é precisamente o trabalho da mentalidade revolucionária. Se as revoluções invariavelmente resultam na implantação de regimes totalitários, não é nunca por algum desvio de seus belos ideais de origem, mas pelo simples fato de que, transfigurada em ação política, a certeza de conhecer o sentido total da História não pode, por definição, admitir que alguém permaneça alheio ao dever de realizá-lo. A mera indiferença política basta então para fazer do cidadão um inimigo da espécie humana. |
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Internet e leitura |
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08 de fevereiro de 2010 |
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Por Carlos Alberto Di Franco (*)
Os adolescentes são fascinados pelas ferramentas da era digital. Eles não desgrudam do celular, vivem digitando mensagens de texto, passam horas escrevendo em blogs, navegando na web ou absortos nos videogames. Mas a dependência da internet não é exclusiva dos adolescentes. Todos nós, jovens e menos jovens, sucumbimos aos apelos do mundo virtual. Eu mesmo fiz o propósito de não acessar meus e-mails nos fins de semana. Tem sido uma luta. Com vitórias, mas também com derrotas. Para o norte-americano Nicholas Carr, formado em Harvard e autor de livros de tecnologia e administração, a dependência da troca de informações pela internet está empobrecendo nossa cultura. Ele falou à revista Época durante visita ao Brasil para uma palestra a 4.500 líderes empresariais.
Segundo Carr, o uso exagerado da internet está reduzindo nossa capacidade de pensar com profundidade. "Você fica pulando de um site para o outro. Recebe várias mensagem ao mesmo tempo. É chamado pelo Twitter, pelo Facebook ou pelo Messenger. Isso desenvolve um novo tipo de intelecto, mais adaptado a lidar com as múltiplas funções simultâneas, mas que está perdendo a capacidade de se concentrar, ler atentamente ou pensar com profundidade."
A internet é uma magnífica ferramenta. Mas não deve perder o seu caráter instrumental. O excesso de internet termina em compulsão, um tipo de dependência que já começa a preocupar os especialistas em saúde mental. Usemos a internet, mas tenhamos moderação. Ler é preciso. Jovens, e adultos, precisam investir em leitura e reflexão. Só assim, com discernimento e liberdade, se capacitam para conduzir a aventura da própria vida. Compartilho com você, amigo leitor, algumas obras. Espero, quem sabe, que o estimulem nos próximos feriados. |
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A guerra de valores — ou “o tea party do ziriguidum” |
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08 de fevereiro de 2010 |
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O “golpe” está sendo dado todos os dias, um pouco por dia, minando e desmoralizando as instituições do estado; em alguns casos, substituindo-as por instrumentos partidários. O tal Programa Nacional-Socialista (by Vanguarda Popular) dos Direitos Humanos é o quê?
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Por Reinaldo Azevedo (*)
É texto longo! Vão encarar?
Muitos leitores me perguntam — alguns de boa fé; outros nem tanto: “Cadê a direita no Brasil? Onde está a direita?” Poderia me fazer de leso e escrever: “Não sei por que me perguntam isso”. Mas eu sei porque me perguntam isso. É que me identificam com esse pensamento, que alguns pretendem seja uma pecha. “Direitista” vira sinônimo, em certos casos, de pessoa com quem não vale a pena conversar. Seu nome fica maldito até para participar de debate de TV. O sujeito diz: “Ah, não! Com esse cara não dá para debater”. Por quê? Medo de que você enfie o dedo no olho dele? Não! Receio de ver exposta e desmascarada a demagogia. Mas não quero me desviar. Eu não fujo das palavras. Se querem me chamar de “direitista” num país em que até Gengis Khan se diria “de centro”, tudo bem por mim. Não dependo, nem íntima nem socialmente, do olhar do “outro”. Sou um freudiano da gota serena: o único olhar que importa, lá na infãncia, e decide “você será isso” é o da mãe. No meu caso, já está decidido, hehe. Tarde demais para mudar.
Prefiro perguntar: “Onde estão os conservadores?”, já que a outra palavra, que a mim não me incomoda, a tantos perturba. Com tempo, isso merece um ensaio longo e profundo sobre a formação das mentalidades no Brasil. Sem dúvida, o PT é um partido que traz consigo toda a tralha antidemocrática do bolchevismo. No que se modernizou, tornou-se uma mistura de organização gramsciana com a mais descarada pilantragem. Nos dois casos, a democracia continua a ser um valor tático apenas. Alguns tontos me atribuem a suposição — PORQUE INTERESSA TRATAR O OUTRO DE IDIOTA PARA ESCONDER A PRÓPRIA BURRICE — de que os petistas um dia dariam “o” golpe! Ora, vão plantar batatas! |
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Lula: O filho de quem? |
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08 de fevereiro de 2010 |
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| O filme é mediano, midiático e messiânico. Luis Inácio Lula da Silva só faltou morrer aos 33 anos, pregado numa cruz, e ressuscitar após três dias. Com isso não é possível aos mortais, ele se tornou presidente da república! Lula no filme assume o pseudo papel de “santo salvador”. Isso se reflete na realidade, prova dessa “santidade/popular” é que fontes do Ibope demonstravam que Lula tem a aprovação de 92% dos entrevistados da região do nordeste. Nem padre Cícero que tem atributo de santo naqueles estados tem tanta credibilidade. |
Por Márcio Alexandre da Silva (*)
Com muita expectativa fui assistir ao filme, “Lula: o filho do Brasil”. Dirigido por Fábio Barreto. Baseado no livro como o mesmo título de autoria de Denise Paraná. Gloria Pires (vive dona Lindu, mãe de Lula), Rui Ricardo Dias (Lula), Juliana Baroni (Marisa Letícia), Milhem Cortaz (Aristides o pai), Lucélia Santos (Professora), esses e outros artistas fazem parte do elenco.
Em 1945 Luis Inácio da Silva nasce no sertão pernambucano. Em 1952 Lindu cansada da miséria em que viviam, vendem o que tem, e com os filhos, após viajarem 13 dias num pau-de-arara até chegarem à cidade litorânea de Santos/SP. Ela volta a morar com Aristides. A mãe de Lula não suportava mais o alcoolismo do marido (Aristides) e suas crescentes agressões, decide partir com as crianças para a capital do estado – São Paulo. Em 1963 Lula conclui o curso técnico pelo SENAI, no filme esse foi um marco na vida de Lula. Nesse período Luis Inácio conhece Lurdes sua primeira esposa. Silva tornar-se metalúrgico exercendo a função de torneiro-mecânico no ABC paulista. Lurdes e o filho morreram na tentativa do parto da criança. Lula conhece Marisa Letícia (viúva) no qual se casa e tem quatro filhos, atual esposa dele. Nessa época Lula intensifica sua militância sindicalista e se despontam como carismático líder – segundo relata o longa. |
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