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Rui Barbosa
Corrupção na Casa da Moeda: oposição quer saber por que Mantega se omitiu PDF Imprimir
04 de fevereiro de 2012

Denucci era investigado e o PTB advertiu o ministro há um ano
Por Claudio Humberto

13:01 Atualizado às 15:02 - Diante das graves denúncias envolvendo o ministro Guido Mantega (Fazenda) e o ex-presidente da Casa da Moeda,? ??Luiz Felipe Denucci, o senador Demóstenes Torres (DEM-GO) informou a esta coluna que tentará convocá-lo a prestar esclarecimentos no Senado. "?A nossa intensão é chamar o Guido para explicar porque ele se omitiu na tomada de providências".

Conforme revelou nesta quinta (02) o jornal Folha de S.Paulo, o ministro recebeu um ofício da direção nacional do PTB, em fevereiro de 2010, alertando que as denúncias contra Denucci eram "gravíssimas" e retirando apoio à sua manutenção no cargo. Apesar das advertências, Mantega nada fez, e só veio a demitir Denucci este ano após saber que o jornal preparava reportagem sobre a suspeita de que ele teria recebido, em contas no exterior, mais de US$ 25 milhões em propinas de fornecedores da Casa da Moeda.

"As denúncias são graves e podem até originar representação no MInistéiro Publico", conclui Demóstenes. Esse é o principal fator de desconforto da presidenta Dilma, nesta quinta-feira, e não a demissão do ministro Mário Negromonte (Cidades). Denucci, que era subordinado de Mantega, somente foi demitido depois que o ministro soube que a Folha preparava reportagem sobre as malfeitorias na Casa da Moeda. O ministro não apenas sabia das investigações da Receita Federal e da Polícia Federal, como também recebeu o ofício da direção nacional do PTB, em fevereiro de 2010, no qual o partido retirava seu apoio à permanência de Denucci no cargo e ainda advertia que as denúncias contra ele eram "gravíssimas", por isso considerava "indispensável" seu "pronto afastamento" do cargo.

Irresponsabilidade! Seu nome é senador Suplicy, o homem que estupra os fatos! PDF Imprimir
04 de fevereiro de 2012

Ou: já que SP jamais terá um carnaval como o da Bahia, petistas paulistas querem ao menos copiar o modelo de segurança pública daquele estado

Por Reinaldo Azevedo (*)

Desta vez o senador Eduardo Suplicy (PT-SP) foi além de tudo aquilo de que ele próprio é capaz! Seu ataque covarde à Polícia Militar de São Paulo não tem como ser respondido na esfera legal porque ele se esconde atrás da imunidade parlamentar. Vale dizer: usa um valor sagrado da democracia para poder caluniar à vontade, para poder difamar, para poder injuriar. Acho que já escrevi isto aqui e repito: NUNCA INTEGREI O GRUPO DAQUELES QUE CONSIDERAM SUPLICY UM IDIOTA MANSO! Eu o considero um calculista relativamente perigoso. Se não foi além do que pretendia na carreira política - três mandatos consecutivos para senador por São Paulo não é, de todo modo, pouca coisa -, isso se deve, sim, àquele estilo de aparência apalermada, que ele não pode evitar. Mas que não seja confundido com idiotia. Ele tem método. É o único elogio, se é que é um, que lhe posso fazer.

Já tive a chance de lhe dizer isso pessoalmente no aniversário de um conhecido comum, a que ambos estávamos presentes. O senador tentou me puxar ali para um embate simpático e coisa e tal e, num dado momento da conversa, resolveu convocar a “personagem Suplicy, o abestado”. Com cordialidade, pedi que voltássemos à toada anterior que eu, definitivamente, não estava entre aqueles que se deixavam seduzir por suas representações. Imediatamente, ele recobrou o tom mais grave que convém a um senador da República. Sigamos.

Suplicy fez ontem um violento discurso no Senado contra a Polícia Militar de São Paulo. No auge da ignomínia, abordou um relato que teria sido feito por uma família a um representante do Ministério Público Estadual, acusando PMs de estupro. Abaixo reproduzo trechos de um texto publicado no Portal G1 só para que fique o registro. A acusação saiu em toda parte. No “moderno” jornalismo, basta que o Indivíduo A - SE FOR PETISTA OU DE ESQUERDA - diga que o Indivíduo B fez alguma coisa. Isso ganha a rede. O acusado que se encarregue de desmentir, de provar que é inocente. Não é preciso verificar se a história faz sentido, conversar com as supostas vítimas… Nada! AFINAL, EXISTE O TAL “OUTRO LADO”, QUE DISPENSA O JORNALISTA DE QUALQUER APURAÇÃO. “E aí? É verdade que o senhor é estuprador?”

Leiam trechos do texto do G1. Volto em seguida com questões de lógica elementar. Ao fim de tudo, vocês vão ver o que INFORMA o comandante-geral da PM. E ENTÃO SABEREMOS UM POUCO MAIS SOBRE SUPLICY.

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A menina, o banheiro e o marmanjo gay PDF Imprimir
04 de fevereiro de 2012

Homossexual Laerte Coutinho exige “direito” de estar em banheiros femininos com meninas de 10 anos
Por Julio Severo (*)

Uma menina de dez anos entra no banheiro feminino de uma pizzaria e se assusta. Ela volta para sua mãe e cochicha: “Tem um homem lá dentro do banheiro! Ele tá vestido de mulher!”
A mãe não tem dúvida: numa reação natural que qualquer outra mãe teria, reclama para o dono da pizzaria.
O dono, em atenção à mãe e à segurança dela e sua filha, pediu, quase que implorando, para que o homem vestido de mulher não voltasse mais ao banheiro feminino.
Toda a humilhação e imploração do dono de nada valeram. O caso chegou à Secretaria da Justiça do Estado de São Paulo, que telefonou — não para a mãe e sua filha —, mas para o homossexual, de nome Laerte Coutinho, dizendo que a pizzaria violou a lei estadual 10.948/2001, sobre discriminação por orientação sexual ou identidade de gênero. A pizzaria será multada e ameaçada por forças governamentais a serviço e seviciadas pelo movimento gay. Laerte está determinado a exigir essa truculência estatal contra a pizzaria, como lição para todas as meninas do Brasil que encontrarem um gay no banheiro das mulheres.

 Secretaria da Justiça não se incomodou em telefonar para a menina de 10 anos, nem para sua mãe, talvez porque o marmanjo gay seja funcionário do notório jornal esquerdista Folha de S. Paulo, que já foi denunciado por defender descaradamente o assassinato de crianças em gestação.
O caso expõe nitidamente a hipocrisia do governo e da imprensa esquerdista. Na polêmica lei da palmada, os dois atacaram os pais e sua autoridade, alegando que os interesses das crianças devem estar acima de tudo. Mas quando um homossexual entra no cenário, o holofote fica só para ele, e a pobre criança é atirada para um cantinho escuro.
Se a menina tivesse ligado para a Secretaria de Justiça denunciando que sua mãe lhe deu umas palmadas, a resposta governamental teria vindo imediatamente para punir a mãe.
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Cigarras e formigas: Meus caros críticos II PDF Imprimir
04 de fevereiro de 2012

Por Olavo de Carvalho (*)

Será que querem mesmo arrancar suas máscaras provisórias de intelectuais respeitáveis e exibir-se ao mundo como os mexeriqueiros subginasianos que sempre foram e sempre serão?

Num post dedicado a exaltar a memória do filósofo britânico Sir Michael Dummet (1925-2011), o sr. Júlio Lemos aproveita a ocasião para sublinhar a diferença entre os pensadores mais afins à literatura e às ciências humanas e aqueles que se inspiram antes na lógica matemática, na física e, de modo geral, nas chamadas “ciências duras” (v. http://www.dicta.com.br/michael-dummett-1925-2011/). Ele rotula os dois grupos, respectivamente, de “cigarras mágicas” e “formigas engenheiras”, ressaltando que somente estas fazem trabalho sério. O desprezo com que o sr. Lemos fala do outro grupo leva-me a esperar que ele nos brinde com a publicação das suas grandes e inexistentes obras de filosofia, infundindo assim alguma razão de ser no seu sentimento de superioridade ante Georg Simmel, Karl Jaspers, Benedetto Croce, Xavier Zubiri, Eric Voegelin e outros tantos incapazes de elevar-se às alturas da exatidão matemática que ele exige de um filósofo para admiti-lo entre os santos da sua devoção.

Curiosamente, ele coloca entre estes últimos o autor do Tractatus Logico-Philosophicus, Ludwig Wittgenstein, que se notabilizou pelo seu ódio insano à ciência, que ele considerava a raiz de todos os males modernos, e pela precariedade dos conhecimentos de matemática e lingüística com que se meteu a enfrentar os problemas da linguagem filosófica. Ninguém melhor que Wittgenstein se enquadra na categoria das “cigarras mágicas” que, segundo o sr. Lemos, “defenderam teorias grandiosas, capazes de explicar tudo — e por isso inspiraram uma fidelidade quase religiosa”. Nada poderia ilustrá-lo mais claramente do que a indignação histérica, intolerante, com que o próprio sr. Lemos e outros devotos reagem ante qualquer coisa que se diga contra o personagem.
 
Também é um tanto cômico que o sr. Lemos, após sua apologia das “formigas engenheiras” da escola analítica e similares, prodigalize elogios a Michael Dummet por haver trazido de volta “os problemas (filosóficos) realmente importantes: a natureza do ser, Deus, o livre arbítrio, as ‘leis lógicas’ do pensamento, os limites do conhecimento”. Com exceção dos dois últimos, esses foram precisamente os problemas que os analistas lógicos fizeram o possível para excluir da lista das preocupações filosóficas. Se algum mérito não se pode negar a Dummet foi justamente o de voltar o feitiço contra os feiticeiros, adaptando os métodos deles ao tratamento de questões que eles rejeitavam (ainda que não alcançasse nisso nenhum resultado espetacular).

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Hackers voltam a atacar sites de bancos PDF Imprimir
04 de fevereiro de 2012

Ação foi intensificada ontem e até o Banco Central virou alvo; grupo diz que ataque aos sites de bancos acabou

Por NAYARA FRAGA , ESTADÃO.COM.BR , LUIZ GUILHERME GERBELLI - O Estado de S.Paulo (*)

Os hackers que se denominam do grupo Anonymous continuaram ontem com a onda de ataques cibernéticos. Eles disseram ter causado instabilidade nas páginas do Banco Central; dos bancos Panamericano, BMG e Citibank,; da Federação Brasileira dos Bancos (Febraban) e das empresas de cartões Cielo e Redecard.


As operações não foram isoladas e fazem parte da #OpWeeksPayment, algo como "operação semana de pagamento", por esta ser a semana em que os salários são pagos. Antes, os sites do Itaú, Bradesco, do Banco do Brasil e do HSBC já haviam sido alvos do grupo. Os bancos e os outros sites atingidos negam a ação dos hackers e dizem que as páginas saíram do ar por causa de uma sobrecarga na quantidade de acessos. Em nota, o Banco Central também ressaltou que "não foram afetados os sistemas ou transações do banco".

Em contato com o Estado, o grupo que promove os ataques afirmou ter intensificado as ações contra as instituições financeiras ontem porque era o último dia da operação #OpWeeksPayment. "A #OpWeeksPayment se encerra hoje (ontem), mas iremos prosseguir com o movimento Anonymous, isso nunca irá parar. Temos novas operações que serão realizadas nos próximos dias", afirmou o grupo por e-mail.

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O veredicto de 608 páginas: continua o horror judicial PDF Imprimir
04 de fevereiro de 2012

Por Eduardo Mackenzie ()

A sentença que condena em segunda instância o Coronel Alfonso Plazas Vega pelos fatos do Palácio da Justiça de 1985, pode ter 608 páginas mas não vale um prego. Os dois magistrados que subscrevem esse documento parecem não ter entendido que a verdade e a justiça não podem ser sepultadas por uma avalanche de papel. A verborréia e a hipertrofia textual nunca foram bom sinal em Direito, nem sinônimo de exatidão e clareza conceitual. Ao contrário. Para se fazer invisíveis, o erro, a covardia e a infâmia costumam se esconder sob torrentes de palavras.

A sentença do Tribunal Superior de Bogotá (TSB) não só confirma uma sentença iníqua de primeira instância, senão que põe em evidência um fato gravíssimo: a paixão política e o ódio pelas instituições e as Forças Militares, orientam o trabalho de certos atores importantes do poder judiciário colombiano.

O que acaba de ocorrer é a prova maior de que parcelas inteiras da justiça colombiana escapam à institucionalidade, quer dizer, à Constituição, às leis e aos organismos de controle do país.

Exagero? Não. Com essa sentença, os magistrados Alberto Poveda e Fernando Pareja dizem ao país que sua meta não era só condenar o Coronel Plazas Vega a que preço fosse, passando por cima das exigências da Lei 600 de 2000, senão lançar um golpe devastador às Forças Armadas e ao Estado colombiano.

O que pretendem por acaso, quando exigem que Belisario Betancur, o presidente em 1985, e seus ministros, sejam julgados pela Corte Penal Internacional pelos fatos do Palácio da Justiça, como se a Colômbia não tivesse examinado suas atuações?

O que procuram, quando exigem ao Governo fazer atos “de perdão às vítimas” nos próximos meses? Por que tal humilhação contra as Forças Armadas? Por haver realizado um ato heróico, um mais, que merece o respeito e a admiração de todos: a derrota do golpe de Estado que Pablo Escobar e a organização terrorista M-19, com ajuda dos cubanos, queriam dar em 6 de novembro de 1985 contra o país? O poder judiciário que nunca quis julgar os agressores, os seqüestradores e assassinos de magistrados, quer punir agora o agredido, as Forças Militares que protegeram a Colômbia.

Que cada cidadão tire suas conclusões sobre o que são e representam esses dois magistrados.

O que é o processo Plazas Vega? Um objeto judicial não-identificado. Como pode ser chamado de outra forma um processo penal que se desenvolve sem jurado, sem testemunhas, sem provas e sem que o acusado tenha podido se defender? Um processo eqüitativo, o que alguns chamam “o devido processo”, não pode existir se não se respeitem as normas do Direito.

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