Se queremos que nossos rapazes sejam felizes na vida, devemos fazer com que eles assimilem o costume de praticar o bem ao próximo, além de ensinar-lhes a apreciar as coisas da natureza. - Baden-Powell
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Após anos de investigação, Ivo Patarra afirma: "Lula é o chefe. A rede de esquemas é enorme, complexa e, se houver inteligência, Lula não deve saber dos detalhes, até para não ser envolvido.
(...) como mais alto mandatário da nação, dá suporte e apoio. É o protetor de tudo.
Cúpula da Receita omitiu motivação política da violação do sigilo de tucanos
03 de setembro de 2010
Ao pedir para verificar se dados da filha de Serra tinham sido invadidos, comissão mencionou demais nomes do PSDB alvos de devassa ilegal
Por Leandro Colon - O Estado de S.Paulo (*)
Documento da Receita Federal obtido pelo Estado revela que a corregedoria do órgão já trabalhava desde o dia 20 de agosto com uma linha de investigação que apontava para uma violação político-eleitoral do sigilo fiscal de Verônica Serra, filha do presidenciável José Serra, e de outros quatro tucanos.
A suspeita de violação política, porém, foi "confinada" na corregedoria, enquanto a cúpula do Fisco e integrantes do governo unificaram um discurso público em direção contrária para despolitizar o episódio e blindar a candidatura presidencial de Dilma Rousseff (PT).
Ao pedir para verificar se os dados fiscais de Verônica haviam sido violados, a comissão da corregedoria mencionou os demais tucanos alvos de quebra de sigilo e vinculou esses nomes, inclusive o da filha do candidato, a reportagens sobre o dossiê que foi parar na campanha de Dilma.
O documento tem o registro das 17h de 20 de agosto. Chamado de "ata de deliberação", o teor revela os motivos que levaram a comissão da Receita a verificar se os dados de Verônica foram violados: o polêmico dossiê.
"... E tendo em vista que emergiu dos autos acessos aos conteúdos da declarações de Imposto de Renda de outros nomes da política nacional... e ainda tendo em vista que foi noticiado pela mídia jornalística, dentre eles O Globo (reportagem anexa à presente ata), de que havia suspeição que Verônica Serra, filha de José Serra, também poderia ter sido alvo de quebra de sigilo fiscal", diz trecho do documento.
A reportagem mencionada pela comissão foi publicada em maio, cita Verônica Serra e trata da crise instalada na campanha de Dilma por causa do dossiê contra os tucanos. O caso derrubou o jornalista Luiz Lanzetta, que era integrante do setor de comunicação da campanha.
O fascismo está de ronda. Em qual planeta você vive?
03 de setembro de 2010
Por Marli Gonçalves (*)
A vontade é de sair por aí, cutucando todo mundo que encontro, chamando a atenção, conversando com calma, expondo a situação, mostrando imagens e notícias. Ei, você já viu o que estão fazendo com as liberdades? Ei, percebeu que não tem havido garantias mínimas dos cidadãos, em todo mundo? Caracolas, afinal, em que mundo você vive?
O perigo das massas não diz respeito só a engordar. O sujeito histérico de bigodinho rente, cara de maluco e mãozinha esticada. Milhões de outros esticando a mãozinha também. O discurso do todo mundo igual, treinado, vindo do homem de cara feia, fardado, que de Duce não tinha nada. Qual a diferença do sujeito atarracado - o ditador da Coréia do Norte, Kim Jong-il? E do outro baixinho, o presidente do Irã, Mahmoud Ahmadinejad? São todos assassinos, mandantes, bárbaros, alucinados imbuídos de poderes e com domínio impressionante da comunicação e marketing.
Como são tão - ou mais - escrotos, midiáticos e sanguinários do que os outros, bem, esses dois últimos são visíveis, digamos assim. E Hitler e Mussolini já eram; só que foram, mas deixaram suas ideias de jerico e liderados aficionados.
Nós cantávamos e contávamos favas. Dizíamos-nos contentes, batendo no peito, celebrando que o horror jamais voltaria; que aqueles fatos horrorosos, como o Holocausto, Hiroshima, Nagasaki, jamais se repetiriam, porque o mundo estaria eternamente alerta. Era o fim das ditaduras, as da região “dos bananas” latino- americanos e outros, tribais, como as guerras africanas. Seria o fim da perseguição religiosa, racial, contra minorias.
Acho que desligaram esse alarme. Na última semana, mais de 300 ciganos foram deportados na França, como animais enxotados pelo elegante presidente Nicolas Sarkozy e sua linda primeira-dama, Carla Bruni. Depois de conseguir o apoio de Itália, a França ainda vai tentar convencer outros países da Europa a expulsar os ciganos, num congresso sobre imigração organizado para 6 de Setembro. Qual será o próximo?
Há alguns dias soubemos da chacina, fuzilamento, aniquilamento, assassinato cruel de 72 pessoas na fronteira do México com os EUA. Não é muito diferente do número de pessoas esperando por punições no Irã, por qualquer coisa que tenham dito que fizeram. Nem podem escolher entre apedrejamento, fuzilamento, forca, mutilação. Esqueceram das ocupações violentas do Haiti, das mortes nas fronteiras daqui de cima.
Por Hiram Reis e Silva, Porto Alegre, RS, 02 de Setembro de 2010. para o Plano Brasil (*)
Uma raça, cujo espírito não defende o seu solo e o seu idioma, entrega a alma ao estrangeiro, antes de ser por ele absorvida. (Rui Barbosa)
É sempre bom relembrar como o caso da Raposa e Serra do Sol foi tratado com “isenção” pelo então Ministro da InJustiça – Tarso Genro. O mesmo deu na época, uma clara demonstração de como uma autoridade da República “não deve agir” na resolução de conflitos deste gênero. Tarso foi a Roraima para ouvir, tão somente, as facciosas lideranças indígenas do CIR (favoráveis à demarcação contínua) deixando clara sua posição favorável à minoria separatista. A Força Nacional e a PF agiram como meganhas de republiqueta de 5ª categoria seguindo taxativamente a determinação de Tarso. O jornalista Reinaldo Azevedo publicou na ocasião um artigo mostrando a ação nazista e altamente condenável da Gestapo de Tarso Genro, candidato, infelizmente, mais uma vez, ao governo do Estado do Rio Grande do Sul.
- Raposa Serra do Sol: Entre a Realidade e a Mistificação Ongueira
Fonte: Reinaldo Azevedo
“Tarso, fica claro a cada dia, é um perigo para a democracia. Esta evidente que ele se aproveita das licenças concedidas pelo estado de direito para transgredi-lo e para turvar a democracia. Não conhecíamos, até agora, detalhes da ação da PF em Raposa Serra do Sol. Vimos apenas o que publicou uma imprensa notavelmente bem-comportada (com o governo), que já tinha elegido (é o certo no caso, não ‘eleito’) os seus bandidos e os seus mocinhos. Como é usual no Brasil, quem produz um alfinete que seja corre o risco de ir parar atrás das grades. Pois bem. Vejam o vídeo:
O PT, repito há duas décadas, é um partido revolucionário, totalitário, firmemente decidido a banir da vida política tudo o que não seja ele próprio ou igual a ele próprio.
Por Olavo de Carvalho (*)
Já tendo demonstrado que Vladimir Safatle possui a quota de burrice requerida para o preenchimento do cargo de professor de filosofia na USP (ver Cabeça de uspiano em http://www.olavodecarvalho.org/semana/090618dc.html e http://www.olavodecarvalho.org/semana/090623dc.html), não me espanta que ele agora apareça clamando pela implantação de um regime totalitário no Brasil, nem muito menos que o faça com o ar inocente de quem defendesse, com isso, a mais pura normalidade democrática.
Não o acuso de ser fingido, hipócrita, manipulador. Ele não usa da língua dupla orwelliana para nos enganar. Ao contrário, ele deixou-se intoxicar de doublespeak ao ponto de que, em vez de usá-la, é usado por ela, ecoando, com a inimputabilidade mecânica de um boneco de ventríloquo, o que quer que ela lhe instile na caixa craniana.
Não imaginem pois que ele tente nos vender, maquiavelicamente, o totalitarismo com o nome de democracia. Não! Ele acredita mesmo, com pia sinceridade, que totalitarismo é democracia, que democracia é totalitarismo.
Almas caridosas podem nutrir a esperança de que um dia ele venha a tornar-se capaz de distinguir ao menos um pouquinho essas duas coisas, mas para tanto ele necessitará de umas mil reencarnações, e eu não acredito em reencarnação. Safatleza não tem cura.
Em artigo recém-publicado na Folha de S. Paulo (onde mais poderia ser?), ele critica os candidatos do PSDB por terem se permitido, na campanha eleitoral, dizer duas ou três coisas que estão um tanto à direita da linha oficial petista. O partido de José Serra e Índio da Costa, proclama o referido, "só teria alguma chance se tivesse ensaiado uma reorientação programática a partir de um discurso mais voltado à esquerda".
Com toda a evidência, a democracia dos sonhos do prof. Safatle consiste na livre concorrência entre vários partidos iguais ao PT. Insisto: não creio que ele tenha o intuito de ludibriar a platéia ao usar a palavra "democracia" para designar o que é, em substância, um totalitarismo mal e porcamente camuflado – o regime de um partido único com nomes diversos.
By Yana Marull (*) AFP, Brasilia El presidente de Colombia, Juan Manuel Santos, dijo el miércoles ante su par de Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva, que su gobierno considera a las FARC como un asunto interno colombiano y que cualquier mediaciónen el conflicto con esta guerrilla dependerá de su aprobación.
``El problema nuestro con las FARC [Fuerzas Armadas Revolucionarias de Colombia] es un problema interno colombiano. Hemos pedido que se respete el hecho de que es un problema interno colombiano'', dijo Santos, al lado de Lula, en una breve declaración a la prensa tras una reunión bilateral, durante el primer viaje internacional del mandatario colombiano.
``Brasil siempre podrá colaborar cuando nosotros consideremos que puede y debe hacerlo'', expresó Santos, que asumió el pasado 7 de agosto.
Consultado sobre si Brasil podría ser un lugar para un eventual diálogo entre las FARC y el gobierno colombiano, Santos dijo: para hablar de eso ``tenemos que ver voluntad real de las FARC y no hemos visto esa voluntad''.
El gobierno de Lula ha reiterado en numerosas ocasiones su disposición a mediar para la paz en Colombia. Al lado de Santos, Lula dijo que su país es consciente de que ``las FARC siempre fueron un problema de Colombia'' y que cualquier mediación brasileña dependerá de lo que diga el gobierno de Colombia.
Na mesa com o inimigo : é possível negociar com o Islam?
03 de setembro de 2010
Por Heitor de Paola (*)
As negociações de paz no Oriente Médio são um exemplo muito claro do que se chama ‘guerra assimétrica’, no caso negociações assimétricas: Israel quer e precisa de paz, o Islam não quer e nem precisa de paz. Pelo contrário, as negociações de seu lado são apenas um engodo permanente para desviar a atenção de seu real objetivo: a destruição do que eles chamam entidade sionista e a expulsão dos Judeus de sua terra. A observação de que o Islam é uma ideologia expansionista é óbvia. Apenas os raros ingênuos ou os abundantes mal intencionados podem dizer que o Islam é somente uma religião como a Judaica ou a Cristã. Seria fastidioso repetir aqui o que já tenho dito, e inúmeros outros autores também, a respeito da abrangência do Islam na totalidade da vida dos fiéis. Sugiro a leitura da série Subsídios para entender o Islam (e as bases de sua diplomacia), de minha autoria.
James Lewis publicou recentemente no AMERICAN THINKERum artigo no qual se refere ao Islam como um novo imperialismo fascista e começa dizendo: nada mais parecido com o Eixo fascista da década de 1930 do que o expansionismo islâmico atual. Da mesma forma que o Eixo Hitler-Tojo-Mussolini então, o fascismo islâmico é fundamentalmente imperialista, seguindo uma ordem explícita do Alto para subjugar os povos civilizados ou transformá-los em cinza. O próprio Maomé ameaçou os cultos Imperadores de seu tempo, o Persa e o de Bizâncio e, nos anos seguintes, seus seguidores os invadiram como um exército de formigas devoradoras.
Clifford May, um dos maiores especialistas americanos em terrorismo, aponta a principal razão pela qual o Islam vem se expandindo pelo Ocidente de forma avassaladora sem enfrentar obstáculo algum: o tabu dos intelectuais em dizer claramente o que sabem sobre o expansionismo islâmico, mas evitam comentar, na base de uma política multiculturalista de ‘não pergunte-não diga’ (don’t ask-dont’ tell). Os intelectuais preferem morrer a serem considerados fanáticos e intolerantes. A vergonha e o medo que sentem por serem assim considerados é tão grande que arriscam suas próprias vidas defendendo o direito do Islam de ser considerado em igualdade com as religiões civilizadas.
Os muçulmanos usam e abusam de três táticas que os tornam invulneráveis: a tática da tesoura ou pinça, a hudna e a taqiyya.