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Lula e Amorim põem o Brasil de braços dados com um governo terrorista PDF Imprimir
09 de fevereiro de 2010

Por Reinaldo Azevedo (*)

O Irã anunciou que começa hoje um processo de enriquecimento de urânio a 20% — era de apenas 3,5%. Em outubro, a Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA) propôs que o material fosse enviado para ser tratado no exterior, o que, em tese ao menos, facilitaria o controle e criaria empecilhos para o seu uso com fins militares. Há poucos dias, o governo deu sinais de que poderia aceitar a proposta. Ontem, o presidente Mahamoud Ahmadinejad surpreendeu o mundo e a AIEA com o anúncio — só não sei se surpreendeu Celso Amorim. Talvez não.

Eis o Irã; eis a sua política. Desde que tiveram início as pressões contra o programa nuclear secreto, ele só avançou. O mundo que conta reagiu de modo muito duro. Até a Rússia, que costuma se opor a propostas de sanções e que defende o desenvolvimento do tal programa nuclear para fins pacíficos, deu sinais de impaciência e recomendou ao país que aceite a proposta da AIEA. Só uma voz se vez ouvir pelo quase silêncio: a do Brasil; mais propriamente, a de Amorim. ATENÇÃO: ESTA FOI EXATAMENTE A FALA DE LULA QUANDO AHMADINEJAD ESTEVE NO BRASIL! Sem tirar nem pôr.

Estados Unidos e França continuam a falar, sim, em negociação, mas agora já acreditam que negociar compreende aplicar sanções. A União Européia e a ONU também protestaram. Não! O Brasil não protestou. Na prática, Amorim saiu em defesa do Irã e disse apostar nas negociações. A proximidade do Brasil com um governo que financia o terrorismo e que desenvolve um programa nuclear secreto é tal que até os mesmos argumentos podem ser encontrados na boca dos barbudos daqui e de lá. Mohsen Shaterzadeh Yazdi, embaixador do Irã em Brasília, afirmou: “Ao contrário de outros países, que reagiram contra o anúncio do presidente Ahmadinejad, o Brasil não pensa em colonizar outro país (…). Os países que reagiram têm forte armamento nuclear. Se falam a verdade sobre o Irã, que destruam primeiro os seus arsenais antes de dar conselhos aos outros.”

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Lula e a banda larga PDF Imprimir
09 de fevereiro de 2010


Por Nivaldo Cordeiro (*)

Convido você, meu caro leitor, a ver o discurso no link anexo (vídeo acima), no qual Lula dá uma espécie de resposta indireta à carta do presidente da Telebrasil, Antonio Carlos Valente, comentada por mim no artigo anterior. O discurso é um peça interessante pela retórica e pelo conteúdo. Aqui está contida a grande promessa e a grande mentira que precisa ser denunciada e combatida. Aqui está registrada a ameaça direta do poder constituído a todo o segmento empresarial. E não são palavras vãs.

Primeiro, não é papel do Estado garantir que todos tenham acesso à banda larga, porque há de ter quem até mesmo não queira, ainda que seja de graça. Em muitas situações, direitos supostos acabam por se tornar como que compulsoriedades. Essa é a maldição da metástase dos mal afamados direitos humanos, a maldição moderna que acaba por destruir os fundamentos de uma sociedade sã. Lula afirmou que o governo assumiu o compromisso de levar a banda larga a todos os rincões. Ora, isso só se faz com subsídios e ações antieconômicas, sem qualquer racionalidade que não a lógica distributivista, portanto incompatível com a atividade empresarial privada.

Segundo, Lula enganosamente afirmou que o governo não quer estatizar, mas apenas suprir uma suposta falha de mercado. Lula disse que as empresas privadas teriam a obrigação de levar infra-estrutura sem considerar as racionalidades econômicas mínimas. Ora, as empresas não têm obrigação de vender para quem não é demanda, não tem renda, capacidade de pagar pelos serviços. Para isso, o governo dispõe dos recursos dos Fundo de Universalização de Telecomunicações – FUST, que desde a sua origem estão sendo desviados de suas finalidades.

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Laura Chinchilla é eleita na Costa Rica PDF Imprimir
09 de fevereiro de 2010

Parabéns Costa Rica, a vitória de Laura Chinchilla indica que há um basta sobre as insanas intenções de expansionismo do bolivarianimso do ditador Hugo Chávez, decadente e se valendo de carniceiros da ilha presídio de Cuba. (Brasil acima de tudo)
Candidata de Arias é a 1.ª mulher a chegar à presidência do país

AFP, SAN JOSÉ, ESP

Prometendo combater o narcotráfico e a violência, a candidata governista Laura Chinchilla, de 50 anos, tornou-se a primeira mulher a chegar à presidência da Costa Rica no domingo. Segundo dados divulgados ontem, com mais de 90% das urnas apuradas, Laura, do Partido Libertação Nacional (PLN), tinha 46,75% dos votos, seguida por Ottón Solís, de centro-esquerda, com 25,17%.

"Este certamente é um momento de alegria, mas sobretudo de humildade. Não vou trair a confiança (dos eleitores), porque tenho certeza de que ela não me foi dada como um presente", declarou Laura, que é cientista política, especialista em temas de segurança.

A governista anunciou a vitória depois que seus principais adversários, Solís e o direitista Otto Guevara (20,89% dos votos), admitiram a derrota. Em discurso para milhares de seguidores, a candidata afirmou que sua vitória demonstrou que os costa-riquenhos aprovaram a gestão do presidente e Prêmio Nobel da Paz, Óscar Arias.

Entre as promessas de Laura, além do combate à violência, estão a melhoria da educação pública e o desenvolvimento de uma rede de proteção às crianças e aos idosos.

Forte aliada de Árias, ela foi vice-presidente e ministra da Justiça de seu governo, mas se afastou dos cargos em 2008 para tentar a presidência. Antes, também havia sido deputada e ministra da Segurança, mas, ao contrário de seus dois principais adversários, nunca havia disputado a presidência.

Laura é conservadora em assuntos sociais, é contra o aborto e a união civil entre homossexuais. A eleição foi vista como um referendo sobre Arias. Embora ele não possa concorrer a um terceiro mandato, assumiu a candidatura de Laura como se fosse a sua e prometeu lançar seu próprio irmão e ministro de Governo, Rodrigo Arias, nas eleições de 2014.

A abstenção chegou a 30,79% dos 2,8 milhões de costa-riquenhos convocados para votar não só para presidente, mas também para o Parlamento e os governos municipais. As eleições foram consideradas exemplares pelos cerca de 200 observadores internacionais que a acompanharam.

Chávez juramenta a jóvenes bolivarianos PDF Imprimir
09 de fevereiro de 2010

Ditador da Venezuela desenvolve sua jovem milícia Talibã e estimula o seu alastramento nas republicas bolivarianas da América Latina, no estilo do ex-Partido Nacional Socialista Trabalhista da Alemanha de Hitler. (Brasil acima de tudo)
The Associated Press, ElNuevoHerald (*)

CARACAS - El presidente Hugo Chávez desenvainó el sábado la espada del prócer de la independencia sudamericana Simón Bolívar y tomó el juramento a un grupo de jóvenes simpatizantes a quienes les asignó la misión de difundir sus ideas izquierdistas en los centros educativos.

El gobernante instó a más de 2.400 jóvenes, en su mayoría estudiantes de universidades y educación media, a "sumarse unidos en la batalla contra el capitalismo, el imperialismo, la burguesía apátrida... a la batalla por el socialismo, la patria socialista".

La juramentación se produjo días después de numerosas manifestaciones callejeras de universitarios que fustigaron al gobierno por retirar del servicio de televisión por cable a Radio Caracas Televisión Internacional (RCTV), un canal crítico de Chávez.

En los enfrentamientos, ocurridos en las principales ciudades del país, participaron policías antidisturbios, partidarios gubernamentales y estudiantes opositores de Chávez.

El mandatario repetidamente tildó a los estudiantes que lo critican de integrar "grupos fascistas", que intentan con el apoyo de Estados Unidos y sus opositores desestabilizar su gobierno.

"El odio de la burguesía no me afecta para nada, porque es pulverizado por el gran amor de ustedes", agregó el líder socialista.

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Hugo Chávez no pico da aura PDF Imprimir
09 de fevereiro de 2010

Por Juan Vives (*)

A segunda missão de Ramiro é liquidar Chávez, no caso da perda total do poder por causa de um golpe de Estado.

A chegada intempestiva de Ramiro Valdés à Venezuela, se é uma ingerência grave nos assuntos internos do país, não esconde de nenhuma maneira nem para ninguém o caráter ultra-repressivo do homem mais sanguinário do regime cubano. A parte visível de sua missão é a de organizar a repressão violenta para estancar na medida do possível a queda do bolivarianismo, que conseqüentemente afundaria com a Nicarágua, Cuba, Equador e Bolívia, que conseguem manter-se graças ao petróleo venezuelano.

A segunda missão, até agora não comentada, é a de manter Hugo Chávez no poder, custe o que custar, e que ele não faça como no primeiro golpe de Estado quando abandonou o poder durante dois dias e se pôs a chorar como uma prostituta.

Fidel os prefere mártires a exilados políticos.

O caso de Salvador Allende é eloqüente desta política intransigente do líder cubano. Mandou matar Allende para que não se exilasse. Não obstante, que os chilenos de esquerda tanto quanto os de direita não tenham querido admitir a realidade, algum dia a verdade será restabelecida. Nessa oportunidade utilizaram oficiais do Ministério do Interior cubano. Para regular o caso Chávez, se for necessário, mandaram-lhe o mais sinistro da cúpula cubana, o homem que é doutor Honoris Causa em repressão e conspirações "tout azimut".

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Colombia autorizó difusión de correos de Farc con partido PPL PDF Imprimir
09 de fevereiro de 2010

Por: Efe - Asunción

De esta manera se investigarán los nexos de la guerrilla colombiana con el Partido Patria Libre (PPL) de Paraguay.

El Gobierno paraguayo anunció hoy que Colombia autorizó la difusión pública de correos electrónicos incautados a las FARC para probar vínculos de miembros de esa guerrilla con tres de sus ciudadanos acusados de secuestro y que se refugiaron en Brasil.

"Dichas pruebas evidencian la vinculación de los hoy requeridos por la Justicia paraguaya con los hechos investigados" , afirma la cancillería paraguaya en un comunicado al referirse a Juan Francisco Arrom, Anuncio Martí y Víctor Colmán, ex dirigentes del izquierdista Partido Patria Libre (PPL).

Los tres huyeron a Brasil, en donde obtuvieron el estatus de refugiados tras ser procesados por el secuestro de María Edith Bordón, esposa de un acaudalado empresario, que fue liberada tras 64 días de cautiverio y el pago de un rescate de unos 300.000 dólares, en febrero de 2002.

Paraguay tramitó el viernes ante las autoridades de Brasil una nueva petición para que el Gobierno del vecino país revoque ese estatus, al argumentar la existencia de nuevas pruebas contra los tres acusados de secuestro, entre ellas el intercambio de correos electrónicos de las Fuerzas Armadas Revolucionarias de Colombia (FARC) con el PPL.

Los datos proporcionados por las autoridades colombianas "hacen una narración acerca de sucesos que se refieren a la investigación del secuestro de la señora María Edith Bordón de Debernardi", refiere del comunicado.

La nota de la cancillería también destaca que la autorización de la divulgación de esos correos fue obtenida tras una conversación telefónica del canciller paraguayo, Héctor Lacognata, con su par colombiano, Jaime Bermúdez.

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